Começou a fotografar com 16 anos num programa para jovens se iniciarem em actividades artísticas, financiado pela União Europeia. Frequentou durante dois anos o curso de fotografia da ESAP, Escola Superior Artística do Porto. É fotojornalista do Expresso desde 1994.
Uma rápida pesquisa num qualquer motor de busca por “João Pedro Sousa” só começa a mostrar resultados a partir de maio de 2019. Foi nessa altura que o Famalicão, recém-promovido à 1ª divisão, anunciou o novo treinador, que até então só tinha sido adjunto, quase sempre de Marco Silva: no Everton, Watford, Hull, Olympiacos, Sporting e Estoril. A estreia como principal, aos 48 anos, foi vista com desconfiança, mas o impacto foi imediato: o Famalicão foi líder da Liga durante largas jornadas e está agora em 3º lugar, atrás de Benfica (contra quem joga este sábado, na Luz, às 18h) e FC Porto
Uma rápida pesquisa num qualquer motor de busca por “João Pedro Sousa” só começa a mostrar resultados a partir de maio de 2019. Foi nessa altura que o Famalicão, recém-promovido à 1ª divisão, anunciou o novo treinador, que até então só tinha sido adjunto, quase sempre de Marco Silva: no Everton, Watford, Hull, Olympiacos, Sporting e Estoril. A estreia como principal, aos 48 anos, foi vista com desconfiança, mas o impacto foi imediato: o Famalicão foi líder da Liga durante largas jornadas e está agora em 3º lugar, atrás de Benfica e FC Porto
O futebolista mais conhecido das redes sociais, pelas brincadeiras constantes que publica, com os colegas e com a família, renovou esta semana contrato com o Santa Clara, aos 31 anos, e já tem um desejo para os próximos tempos nos Açores: "Quero ir às largadas de touros na ilha Terceira. Estou mortinho para lá ir com o meu fato do Borat". Ukra é conhecido por não ter "vergonha de nada" e, desafiado, "faz tudo", como contou à Tribuna Expresso, na Casa às Costas n.º 100, recordando uma carreira que já passou por FC Porto, Sporting de Braga, Olhanense, Rio Ave, Al Fateh, CSKA Sofia
Aos 26 anos, Miguel Caramalho retornou ao Porto, após uma época e meia a jogar na Académica de Lobito. Foi à aventura, tentou integrar uma equipa técnica, mas acabou a jogar na equipa que acabou o Girabola num inesperado em 5.º lugar. Na terra natal da mãe, não colheu fama, nem dinheiro, mas o ponta de lança que nunca passou dos Distritais conta que valeu pela experiência de vida. Bem acolhido, elogia a capacidade de resistência dos colegas de equipa, capazes de dar o máxima mesmo somando muitos meses de salários em atraso, movidos por duas razões poderosas: alimentar a família e ter visibilidade para dar o salto para o grande palco do futebol. A fazer um mestrado em Psicologia do Desporto na FADEUP, Miguel vai tentar o regresso aos relvados em janeiro, embora o treino seja a a sua meta futura
Está no Porto há três anos e passeia-se na cidade como se estivesse há 37, a idade que tem. Iker Casillas diz que a exigência de Sérgio Conceição só lhe faz bem e que sempre pede uma coisa a quem joga com ele: não lhe olhem para o passado, nem para o bilhete de identidade (Esta entrevista foi originalmente publicada a 12 de setembro de 2018)
Está no Porto há três anos e passeia-se na cidade como se estivesse há 37, a idade que tem. Iker Casillas diz que a exigência de Sérgio Conceição só lhe faz bem e que sempre pede uma coisa a quem joga com ele: não lhe olhem para o passado, nem para o bilhete de identidade
Há odisseias de superação a gravitar a história da Volta a Portugal, protagonizadas por fugitivos do pelotão do anonimato, sobre-humanos a trepar a montanha dos heróis. Na luta pela amarela, andam sempre no vermelho. O ciclista Rui Vinhas, da equipa W52 - FC Porto, vencedor da Volta a Portugal em 2016, é um desses homens, que uma bicicleta derrubada elevou. A missão, este ano, passava por trabalhar para os chefes de fila, até embater num carro, durante a quinta etapa. Com o ombro deslocado e o sobrolho rasgado, Vinhas manteve a perseverança, intocável sob as escoriações em todo o corpo. Baixinho e leve, lavado em lágrimas, suportou, como um gigante, o enorme peso da dor durante os 120 quilómetros restantes da ligação entre Sabugal e Viseu. Os médicos lembraram-lhe o que aconteceu com Joaquim Agostinho. Os colegas, em choque, pediram-lhe para desistir. Nada o travou. Vinhas continuou. Até ao fim. Tudo para ajudar o “irmão” Raúl Alarcón a conquistar, pelo segundo ano consecutivo, a prova-rainha portuguesa da modalidade
O corpo do mais destacado canoísta português é como uma máquina. Treinado e alinhado para ganhar, para ir batendo os seus próprios recordes. E este ano já foram vários: a medalha de ouro em K1 1000 metros e a de bronze em K1 500 no Campeonato da Europa, a que se juntou a de ouro em K1 5000 metros e a de prata em K1 500 na primeira Taça do Mundo. Nada mau para um miúdo que foi para a natação porque era hiperativo e, sem planos, se foi tornando campeão. “Os resultados foram aparecendo.” E que desde os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro — de onde toda a gente esperava que voltasse com uma medalha mas onde foi travado pelas folhas das árvores na sua pista — tem transformado a desilusão em vitórias. Fernando Pimenta explica como enfrentou os momentos mais dificeis. Esta semana regressa às competições. Portugal recebe o Campeonato do Mundo de velocidade de canoagem, onde Pimenta é, mais uma vez, o principal candidato às medalhas
Se Raúl Alarcón conquistou a Volta a Portugal 2018, isso deveu-se em grande parte ao esforço de Rui Vinhas, que passou por uma odisseia de superação, depois de embater num carro e continuar a pedalar, mesmo contra os conselhos dos colegas da W52-FC Porto e dos médicos
Quase duas centenas de miúdos, dos 8 aos 18 anos, aterraram, esta semana, no Estádio Rei Ramiro, no Complexo Desportivo do Candal, em busca do livre perfeito à Ronaldo ou da trivela à Quaresma. Vêm da China, Singapura ou EUA para aprenderem uns toques de técnica individual no país do jogador com mais seguidores do mundo, dizem à Tribuna Expresso