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Jordan não lutava para ser a melhor pessoa de sempre, mas o melhor basquetebolista de todos os tempos. Esse foi um ato de liberdade
O escritor Bruno Vieira Amaral analisa o documentário "Last Dance" que o deixou viciado, emborcando os episódios sobre a última época de Michael Jordan nos Chicago Bulls, com uma sofreguidão atroz, de alcoólico
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O regresso do pontapé na bola (que é uma lata de atum, porque o bife do lombo ainda não voltou)
Bruno Vieira Amaral não se contenta com o regresso da Bundesliga à porta fechada: "Nenhum espectáculo que viva da emoção, de uma certa megalomania quanto às suas próprias virtudes espectaculares, pode mergulhar nesta filosofia de tasca – é o que temos"
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O Mundial de 90 foi outra coisa - e provavelmente foi a melhor coisa de sempre (por Bruno Vieira Amaral)
Até agora, que eu tenha dado conta, nenhum canal desportivo aproveitou a pandemia para transmitir os jogos do Mundial de Itália de 1990. Quero, por isso, agradecer-lhes. Já li comentários, já vi documentários, de vez em quando cedo à nostalgia e revejo no Youtube certos momentos desse Mundial que foi o meu Mundial
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Eu, benfiquista, celebrei o 5-0 do Porto em Bremen e o título do Sporting em 2000 (por Bruno Vieira Amaral)
O escritor debruça-se sobre uma temática: devem os adeptos de um determinado clube celebrar os triunfos dos rivais? Bruno Vieira Amaral recorda dois momentos da sua vida em que a alegria dos seus amigos, também foi a sua
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Ontem sonhei com Mário Jardel, criador de acasos e de pássaros (por Bruno Vieira Amaral)
O escritor Bruno Vieira Amaral sobre um dos jogadores mais extraordinários que já passaram por Portugal
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Elogio da Mão de Vata Matanu Garcia, a quem imploro: assuma o ato, é moralmente aceitável roubar um francês (por Bruno Vieira Amaral)
Aconteceu há exatos 30 anos, contra o Marselha, e foi com a mão. Convém esclarecer antes que apareça por aí um Honesto da Silva Ferreira em alegações de ombros e peitos. Foi com a mão e foi muito bem feito. Tivesse sido com o pé ou com uma parte, para efeitos futebolísticos, menos nobre da anatomia, e já o teríamos esquecido. Ao golo e ao seu autor, Vata Matanu Garcia
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Uma crónica sobre carniceiros, cuspidelas, cartões vermelhos, expulsões e o Arregaça (por Bruno Vieira Amaral)
Volto ao Arregaça, o campo de alcatrão onde, na minha infância, muitos talentos se revelaram e poucos se aproveitaram. Com boa vontade, dava para cinco jogadores de campo e um guarda-redes em cada equipa
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Um tributo a Roberto Severo e a todos os outros “não sei quem a caminho do Real Madrid”. Estamos juntos (por Bruno Vieira Amaral)
Bruno Vieira Amaral escreve sobre futebolistas e sobre mercados de transferências, deixando uma certeza: quando os pangolins voltarem a passear pelas ruas de Wuhan, é certo e sabido que um desses atónitos pangolins estará a caminho do Real Madrid
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Vá lá, Rui Costa, deixa-te de merdas, escreve aos jornais e diz-lhes que se enganaram. Vá, pega na bola e mostra-lhes que tens 28 anos
A crónica de Bruno Vieira Amaral é dedicada a Rui Costa, que recentemente fez 48 anos, número manifestamente exagerado segundo o autor deste texto que descreve três, quatro lances geniais do eterno médio que se fez príncipe