Ayrton Senna morreu como viveu: na frente de um GP, a testar os limites. Para muitos, inclusive para o atual campeão do Mundo Lewis Hamilton, o brasileiro foi o melhor piloto de todos os tempos. As voltas-canhão nos últimos minutos das qualificações e a capacidade quase sobre-humana para correr debaixo de chuva eram duas das principais imagens de marca. Mas, mais relevante do que isso, Senna é uma das mais contraditórias e fascinantes personagens da história do desporto, como se tenta justificar nesta pouco concisa e assumidamente nostálgica biografia. Este texto foi originalmente publicado a 1 de maio de 2019, no 25.º aniversário da morte de Senna
Do início na Toleman, em 1984, à primeira vitória, em Portugal; a rivalidade com Prost, os anos dourados na McLaren e o dia fatídico em Imola. Estão aqui 25 fotos da carreira de Ayrton Senna da Silva, uma por cada ano de ausência do brasileiro
Foi há 25 anos, parece que foi ontem. Aconteceu num início de maio de 1994: o que era mito da melhor maneira fez-se ainda mais mito mas da pior maneira. O homem do capacete amarelo, o homem que era maior que o desporto que praticava, esse homem idolatrado e admirado desaparecia num muro. Naquele muro que odiamos. Aquele em Ímola que nos fez chorar. Esta é a história daquele homem e dos que daquele homem não se esquecem. ( Texto publicado originalmente a 1 de maio de 2014)
Este é o texto de alguém que esteve naquele dia e naquele lugar onde Senna perdeu a vida numa corrida que nunca devia ter acontecido. Só que aconteceu e António Varela, diretor de comunicação do COP, relembra a tragédia
Um dos melhores de sempre da Fórmula 1 morreu há 25 anos no Grande Prémio de San Marino de 1994, numa prova em que houve duas mortes. Este é o relato de quem privou com ele e de quem se sentiu atraído por ele
Foi há 24 anos, parece que foi ontem. Aconteceu num início de maio de 94: o que era mito da melhor maneira fez-se ainda mais mito mas da pior maneira. O homem do capacete amarelo, o homem que era maior que o desporto que praticava, esse homem idolatrado e admirado desaparecia num muro. Naquele muro que odiamos. Aquele em Ímola que nos fez chorar. Esta é a história daquele homem e dos que daquele homem não se esquecem. Texto publicado originalmente a 1 de maio de 2014