A Croácia está pela primeira vez num final de um Mundial, depois da excelente prestação no Mundial 1998, quando atingiu as meias-finais, mas foi eliminada pela seleção que acabaria por se sagrar campeã do mundo: a França. O analista Tiago Teixeira explica-nos o que devemos esperar da final do Mundial 2018, marcada para domingo (16h, RTP1) - um dia depois daquele jogo que quase dá pena ver, mas que vamos ver na mesma: o do 3º e 4º lugares, entre Inglaterra e Bélgica (15h, RTP1)
Inglaterra e Bélgica disputam hoje aquele que para muitos é um dos jogos mais inconsequentes do universo futebol: o da atribuição do terceiro lugar no Mundial. E que, talvez por isso, costuma ser um dos mais animados e recheado de golos. Para confirmar às 15h (RTP1)
A Inglaterra pôs-se a ganhar logo no início da segunda meia-final do Mundial 2018, mas isso foi o pior que lhe aconteceu: começou a jogar cada vez menos e a Croácia conseguiu chegar ao empate. E depois, no prolongamento, Mandzukic marcou (2-1) e mandou os ingleses para aquele sítio da música que tanto gostam de cantar: home
A França já lá está e agora aguarda para saber quem será o outro finalista do Mundial 2018: Croácia ou Inglaterra. Siga a meia-final (19h, RTP1) ao minuto na Tribuna Expresso
A experiente Inglaterra continua a sonhar com a repetição do feito de 1966 e a novata Croácia quer chegar onde nunca chegou: o analista Tiago Teixeira explica-nos o que devemos esperar da segunda meia-final do Mundial, marcada para esta quarta-feira (19h, RTP1)
Os mesmos ingleses que desdenharam a figura do antigo defesa central que falhou aquele penálti, em 1996, são os que já veneram o treinador que superou o trauma, se adorna de grava e colete e fala, ponderada e honestamente, em público. Gareth Southgate é o selecionador que deu à Inglaterra uma forma de jogar concreta e uma maneira de fazer as coisas adequada aos jogadores que tem para, finalmente, se justificar a patológica histeria, expetativa e auto bajulação coletiva de um país que, 28 anos depois, está nas meias-finais do Mundial (Inglaterra-Croácia, 19h, RTP1) e, finalmente, tem razões para acreditar que o futebol pode "voltar para casa"
Exatos dois anos após perder a final que bem sabemos, a França garantiu a sua terceira final de um Mundial, todas nos últimos 20 anos. Os gauleses foram impenetráveis contra a Bélgica (1-0) enquanto, sobretudo na segunda parte, atacaram rapida e explosivamente à boleia de um tal Kylian Mbappé, que só tem 19 anos, pode ainda não ser muito constante, mas já personificou o que de mais espetacular vimos neste Campeonato do Mundo
Aos 44 anos, o treinador catalão, que nunca treinou no seu país, está muito perto de fazer história pela Bélgica no Mundial. Depois de deitar por terra o sonho brasileiro do "hexa" com uma abordagem tática que deixou meio mundo de boca aberta, para Roberto Martínez, um jogador mediano que aos 22 anos aceitou um convite que lhe mudou a vida, seguem-se as meias-finais com a França (às 19h, na RTP1 e Sport TV1)
Há algo muito fácil que se pode escrever sobre este jogo: é uma final antecipada. Mas nós gostamos de coisas difíceis e por isso queremos perceber por que motivo é que isto é essa final antecipada. O analista Tiago Teixeira explica então as virtudes do França-Bélgica, que é o espetáculo mais aguardado desta semana: começa às 19h desta terça-feira e decide qual dos vizinhos é que continua na luta pelo troféu mais importante do futebol mundial
O primeiro finalista do Mundial 2018 será conhecido esta terça-feira. França e Bélgica procuram garantir um lugar em Moscovo, num duelo francófono que acontece pela terceira vez em Mundiais. No França'38 e no México'86, os gauleses levaram a melhor
Luís Franco-Bastos nasceu em Lisboa, nomeadamente num hospital privado. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa e a média com que concluiu o curso é, no seu entender, um assunto do foro privado. É humorista e proprietário de imóveis, mas sobretudo humorista. Foi contratado só para esta crónica e, se alguém do Expresso tiver dois dedos de testa, não se seguirá mais nenhuma colaboração
Há algo muito fácil que se pode escrever sobre este jogo: é uma final antecipada. Mas nós gostamos de coisas difíceis e por isso queremos perceber por que motivo é que isto é essa final antecipada. Tiago Teixeira explica as virtudes do França-Bélgica, que é o espetáculo mais aguardado desta semana: começa às 19h desta terça e decide qual dos vizinhos é que continua na luta pelo troféu mais importante do futebol mundial
A Inglaterra desbloqueou um jogo equilibrado contra a Suécia com uma cabeça de Harry Maguire, na 1ª parte, e outra de Dele Alli, na 2ª (2-0). Agora vai defrontar o vencedor do Croácia-Rússia, nas meias-finais do Mundial 2018, e continuar a manter o sonho de repetir a (única) conquista de 1966
Suecos e ingleses disputam o acesso a uma vaga nas meias-finais do Mundial 2018 (15h SportTV1), onde também estará o vencedor jogo de logo à noite entre Rússia e Croácia - e onde também já estão França e Bélgica. Siga ao minuto na Tribuna Expresso
Quando se fala em Inglaterra, fala-se em Harry Kane (que já vai com seis golos no Mundial), mas o novo herói inglês é outro: chama-se Jordan Pickford, joga no Everton e decidiu a (inédita) vitória inglesa nos penáltis, frente à Colômbia, depois de ter sido criticado por Thibaut Courtois por ser baixinho. Este sábado, contra a Suécia (15h, SportTV1), 'Picky' será novamente titular, com os seus 185 centímetros de altura
Luís Franco-Bastos nasceu em Lisboa, nomeadamente num hospital privado. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa e a média com que concluiu o curso é, no seu entender, um assunto do foro privado. É humorista e proprietário de imóveis, mas sobretudo humorista. Foi contratado só para esta crónica e, se alguém do Expresso tiver dois dedos de testa, não se seguirá mais nenhuma colaboração
O Brasil foi surpreendido pela Bélgica, que esteve a ganhar por 2-0 e a controlar um jogo que pareceu sempre mais vermelho do que amarelo. Na 2ª parte, os brasileiros ainda reduziram (2-1), mas não conseguiram mais do que isso - e é a Bélgica que vai defrontar a França nas meias-finais do Mundial 2018
A França ultrapassou o Uruguai e está agora à espera de saber quem irá defrontar nas meias-finais do Mundial 2018: Bélgica ou Brasil? Siga o jogo (19h, RTP1) ao minuto na Tribuna Expresso
O capitão da Bélgica que esta sexta-feira se prepara para entrar em campo frente ao Brasil não é o estereótipo do futebolista habitual. Para o mestre em gestão e dono de um clube de bairro para apoiar os mais novos, dar de volta faz parte do seu ADN
A Inglaterra esteve em vantagem, viu a Colômbia empatar o jogo já nos descontos (1-1) e, depois do prolongamento, seguiu-se o pior pesadelo de qualquer inglês: os penáltis. A Inglaterra já tinha perdido em seis das sete vezes em que teve de ir a penáltis, tanto em Mundiais como em Europeus, mas, desta vez, ganhou (e agora vai defrontar a Suécia nos quartos-de-final)
Colombianos e ingleses disputam a última vaga em aberto nos quartos-de-final do Mundial 2018 - e o vencedor deste jogo já sabe que irá defrontar a Suécia. Siga o jogo ao minuto na Tribuna Expresso
Estiveram a perder por 2-0, mas os talentosos belgas conseguiram virar o resultado frente aos japoneses, acabando por marcar no último minuto dos descontos (3-2). Agora, vão jogar contra o Brasil nos quartos-de-final
Belgas e japoneses lutam por uma vaga nos quartos-de-final, onde já sabem que irão defrontar o Brasil, que eliminou o México. Siga ao minuto na Tribuna Expresso
A Inglaterra e a Bélgica entraram em campo já apuradas e com os olhos postos no calendário. Porque sabiam com quem iriam nos oitavos de final e quem não gostariam de apanhar, eventualmente, nos quartos de final: o Brasil. Mas isto pode ser apenas mais uma teoria da conspiração a aproveitar um vazio competitivo. Valeu pelo extraordinário golo de Januzaj, que deixou Danny Rose às portas do nefrologista e Delph de costas para o mundo